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MODA NA ÁSIA


 
Joia br - 27 de abril de 2009


Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos lança estudo inédito sobre mercado asiático para joias, vestuário, calçados, bolsas e cosméticos

Da redação - Buscando a abertura de novos mercados e o aumento das oportunidades de venda em países ainda pouco explorados, a Apex-Brasil acaba de divulgar estudo inédito sobre a moda na Ásia. O documento, com mais de 4 mil páginas, traz informações importantes como padrão de consumo, comportamento, percepção da moda feita no Brasil, oportunidades, posicionamento, parceiros comerciais e canais logísticos.

“Esse estudo é um importante resultado da Apex-Brasil, que quer ser mais que uma apoiadora e se fortalecer como parceiro dos setores brasileiros”, destacou o diretor de Negócios da Apex-Brasil, Maurício Borges. Ele disse ainda que o Brasil desenvolve produtos com alto valor agregado e com design reconhecido mundialmente.

Segundo Borges, é preciso encontrar novos mercados, por meio de preço, qualidade e estratégias diferenciadas. “O documento busca direcionar o complexo de maneira organizada e focada no mercado asiático. É o momento e precisamos aproveitar a oportunidade para exportamos moda de alta qualidade nestes países”.

Joias e bijuterias

Pesquisas realizadas nas cidades de Pequim, Hong Kong, Tóquio, Seul e Xangai apontam oportunidades para produtos de design diferenciado, com gemas coradas brasileiras. Segundo o estudo, a maioria dos consumidores chineses tem conhecimento limitado sobre o Brasil e o associam ao futebol, mas não à moda, embora alguns produtos brasileiros já estejam presentes na China continental. A oferta de peças para este mercado deve focar bijuterias, peças menores, disponibilizar mais gemas, cristais, diamantes e prata para a escolha de material, assim como colares e anéis.

Ainda de acordo com o estudo da Apex, em Seoul, na Coreia do Sul, os diamantes, o ouro, os brincos e os braceletes têm melhores chances de sucesso, desde que tenham um preço competitivo e destaquem a linha de produtos em designs “únicos, porém, não extravagantes”. Já no Japão, há demanda emergente de gemas coloridas - a venda destes itens apresenta um crescimento de dois dígitos, sinalizando uma boa oportunidade para as joias brasileiras.

---> Para ter acesso ao resumo do estudo (pdf), clique aqui.

 

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