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Os tons rosados e os violetas suaves têm tido papel de destaque nas últimas coleções da joalheria. Vale a pena sabermos um pouco mais sobre a ametista, esta gema tão conhecida, mas que inova em cores suaves e delicadas como a “Lavanda” e "Rose de France".
A Ametista é uma velha amiga, ainda mais porque ”povoa” tão generosamente nossas terras brasileiras. Temos até um município com seu nome - Ametista do Sul, e um distrito - Brejinho das Ametistas, na cidade baiana de Caetité.
Essa gema pertence ao grupo dos Quartzos e dela pode derivar o citrino “comercial”. A maioria dos citrinos encontrados hoje no mercado são ametistas aquecidas. A ametista brasileira adquire a cor amarelo claro a 470°C. A cor amarelo escuro até os tons avermelhados são conseguidos a 550°C. Vale lembrar que nos citrinos verdadeiros a cor predominante é o amarelo pálido, nunca avermelhado, além de serem raros.
Esotericamente está fortemente associada à proteção contra a embriaguez. Amethy-sios, em grego, significa “não embriagado”. Também é mencionada na mitologia grega. Dionísio (ou Baco, para os romanos), deus do vinho, estava indignado por sentir o desprezo dos mortais, decidiu então lançar tigres contra o primeiro mortal a cruzar seu caminho. Essa pessoa foi a bela Ametista, que se dirigia ao templo de Diana. A jovem foi atacada pelas feras e Diana, diante de tanto sofrimento, decidiu transformá-la num cristal. Sob o peso do arrependimento Baco despejou vinho sobre o cristal que adquiriu a coloração violeta.
Na Idade Média eram fabricados talismãs e amuletos com essa gema, na intenção de se preservar a castidade e sobriedade; a ela era creditada a capacidade de dominar paixões violentas.
Ametista é a cor da Era de Aquário e está associada a: modéstia, paz espiritual, devoção, virtude curativa, afastar maus pensamentos, boa razão, proteção contra o veneno e a magia negra, eliminar a sensação do medo, evitar a intoxicação entre outros.
É de grande auxílio na meditação, atuando tanto sobre o consciente quanto o inconsciente. É, acima de tudo, um tranqüilizante natural.
É a pedra do chacra Coronário, situado no alto da cabeça, abrindo-se para o céu. No Oriente, chegam a fixá-la no centro da testa, no ponto do “terceiro olho”, chamado chacra Ajna.
Soldados prendiam uma ametista no cabo da espada como amuleto para afastar a morte e trazer a calma e equilíbrio, fundamentais para a conquista da vitória.
Diz-se que, quando usada no pulso esquerdo, concede o poder de ver o futuro em sonhos.
Nas dores de cabeça ou nos dentes, pode-se aplicar uma ametista previamente aquecida em água fervente (mergulhe-a por pouco tempo na água, apenas o suficiente para aquecê-la).
Atua favorecendo cérebro, olhos, pele, fígado e sistema imunológico.
Pedra da paz, da sabedoria, da transformação, da elevação espiritual. Que bom poder contar com um elemento que, além de bonito, tem tanta vibração positiva!
Bibliografia
Dicionário Ilustrado de Símbolos
Hans Biedermann -
Editora Melhoramentos
Gemas do Mundo
Walter Schumann -
Editora Ao Livro Técnico
Uso Mágico das Pedras Preciosas
W. B. Crow - Editora Hemus
girafamania.com.br/tudo/pedra-ametista.htm
pt.wikipedia.org/wiki
www.lendaviva.com.br
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