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©
Joiabr - 2000
info@joiabr.com.br
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Ágata
Origem do nome:
-
O nome provavelmente é derivado
de ACHATES, um rio da Sicília, onde era extraída na
Antiguidade.
-
A característica básica
é ser formada por microscópicos cristais de quartzo, dispostos
em bandas de cores distintas. As cores e formas são tão variadas
que uma coleção de pedras de Ágata, pareceria uma
coleção de muitas pedras diferentes. A maioria das ágatas
coloridas que vemos hoje, são tingidas artificialmente.
História:
-
Há 3000 anos a Ágata já
era trabalhada no Egito sob a forma de selos, pedras para anéis,
gemas e vasilhas. Foi utilizada também como amuleto, para proteger
do raio e da tempestade.
-
A Ágata musgosa, uma variedade
que tem em sua estrutura, filamentos de musgo, era levada pelos agricultores
penduradas em seu corpo ou amarradas no chifre do boi do arado, para garantir
colheitas abundantes.
Água-Marinha
Origem do nome:
-
O nome é devido à sua
cor ser semelhante a água do mar.
-
A cor varia do azul-claro ao azul, pertence
à família do Berilo, juntamente com a esmeralda.
História :
-
Através dos séculos tem
sido conhecida como a "Pedra dos Marinheiros", e possui a capacidade de
proteger os viajantes, e particularmente a todo tipo de viagem por mar
ou ar.
-
No passado era utilizada para a confecção
de armação de óculos, que surtiam nas pessoas um efeito
tranquilizador.
-
Na Idade Média acreditava-se que
atuava como tônico. Supunha-se que atraía a ajuda e proteção
dos espíritos da luz e da sabedoria.
-
Atualmente é considerada benéfica
para proporcionar calma, facilitar a comunicação e o diálogo,
devido a sua cor estar relacionada com o chackra laríngeo.
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A maior água-marinha com qualidades
para ser lapidada foi encontrada em Marambaia, Minas Gerais (Brasil). Pesava
110,5 Kg, media 48,5 cm de comprimento e 41 cm de diâmetro. A partir
dela foram lapidadas pedras de menor tamanho.
-
Os cristais de água-marinha natural
podem ser objetos impressionantes. Um exemplo espetacular registrado foi
um cristal de 2,20 metros de comprimento, 40 cm de diâmetro com mais
de 120 quilos, transparente de extremidade a extremidade, com o centro
azul e o exterior esverdeado. Na época foi negociado por 25.000
dólares.
Alexandrita
Origem do nome:
-
Foi descoberta na Rússia, no início
do século XIX. O nome é em virtude do Czar Alexandre II.
-
Tem uma característica muito interessante,
a cor é verde com a luz do dia e vermelha com luz artificial.
História:
-
A maior pedra encontrada pelo homem,
foi em Sri Lanka e tinha 1.876 quilates, a maior lapidada pesa 66 quilates
e se encontra no Smithsonian Institution em Washington.
Âmbar
Origem do nome:
-
Os romanos o conheciam como sucinnum,
que significa 'pedra de seiva', e também foi chamado de electrum,
do qual vem 'eletricidade', pois foi utilizado nas primeiras demostrações
de eletricidade estática.
-
É uma resina fossilizada de pinheiros,
extintos a aproximadamente 50 milhões de anos. Em seu interior
normalmente são encontrados fragmentos de pequenos insetos, pétalas,
sementes e outros remanescentes de origem pré-histórica,
por isso é uma das preferidas dos arqueólogos.
História:
-
Foi a primeira substância usada
pelo homem com fins decorativos, e foi encontrada em sítios arqueológicos
da Idade da Pedra, sob a forma de talismãs e amuletos.
-
No Tibet o âmbar está associado
com a busca da perfeição e do equilíbrio interior.
Ametista
Origem do nome:
-
O nome vem dos gregos que a chamavam
de AMETHYSTOS, que significava "Contra a embriaguês".
-
Pertence à família do Quartzo
e sua cor está baseada em tons de violeta.
História:
-
Tradicionalmente era recomendada para
a cura do alcoolismo. Diziam que o seu uso tinha um efeito poderoso
naqueles que usavam muito frequentemente o "copo".
-
Essa idéia da sobriedade nos tempos
antigos, tinha uma base simples: servia-se vinho em xícaras de ametista
talhada. A cor púrpura reforçava naturalmente, a cor do vinho,
permitindo que os servos o aguassem ou mesmo servissem água pura
a amos bêbados demais para perceber a diferença.
-
No século XV, acreditava-se que
a ametista tinha o poder de controlar pensamentos maléficos.
Azurita
Origem do nome:
-
Devido à sua cor azul, é
conhecida como Azurita.
-
É uma das poucas pedras azuis
da natureza, variando do azul-celeste até um azul tão escuro
que parece negro.
História:
-
Foi utilizada por sacerdotes e sacerdotisas
do antigo Egito para aumentar a consciência espiritual.
-
Tem a mesma composição
química da Malaquita. Muitas vezes são encontradas juntas
na natureza, azul brilhante com verde brilhante. Com o tempo tem a tendência
de alterar a Malaquita. Alguns pintores medievais faziam seus pigmentos
azuis com Azurita amassada, agora alterada para a Malaquita, o que tornou
verdes os céus originalmente azuis dos quadros.
Calcedônia
Origem do nome:
-
É conhecida assim, devido a uma
antiga cidade grega chamada Caldedônia.
-
Sou uma pedra cinza-azulada, ligeiramente
translúcida, encontrada com frequência em fissuras rochosas,
cavidades e geodos.
História:
-
A literatura nos conta que, nos tempos
antigos, a Calcedônia era muitas vezes usada na construção
de cálices. O cálice era então revestido com prata
e essa combinação protegia o líquido de envenenamentos,
preservando-o de influências negativas - uma importante providência
naqueles tempos, quando o envenenamento era um dos meios para se livrar
de inimigos.
-
No século XII, o bispo Marbodo
escreveu que a Calcedônia curava enfermidades da vesícula.
Cornalina
Origem do nome:
-
Denominada a partir do latim CARNE, pois
costumava ser associada com o sangue, a carne, e o mundo material.
-
Sua cor é avermelhada. Também
é conhecida como: Cornélia, Carnalina, Pedra de Meca.
História:
-
A Bíblia menciona o uso da pedra
como ornamentação em peitorais de sacerdotes e de soldados.
-
Dizia-se que: "Nenhum homem que use uma
Cornalina foi encontrado em uma casa destruída ou sob uma parede
caída".
-
Maomé usava um anel de Cornalina
como um talismã para um feliz pós-vida.
-
No Egito a Cornalina representava o sangue,
a virtude e o poder mágico da Grande Deusa Ísis.
Crisólita
Origem do nome:
-
Os gregos a conheciam como "pedra de
ouro"
-
As colorações variam do
amarelo ao verde.
História:
-
Chamada de Topázio pelos antigos,
a Crisólita era um pedra importante para os Egípcios que
diziam que a "Ilha da Serpente", no Mar Vermelho, era vigiada por guardiães
que matavam livremente quem roubasse pedras sem autorização.
A crisólita era minerada após o anoitecer, quando se revelava
por sua radiância: o lugar era marcado e os mineradores voltavam
no dia seguinte para retirá-la.
-
Diz-se que a Crisólita incrustada
em ouro, dissipa os terrores da noite. Sua reputação de espantar
espíritos malignos, provavelmente deve-se em parte à sua
associação com o sol, cujos raios de vida dispersam
os poderes da escuridão.
Cristal
de Quartzo
Origem do nome:
-
O nome vem do grego 'krystallos', que
significa gelo, pois na Antiguidade acreditava-se que era um gelo eterno.
Apesar de seu nome correto ser Cristal de Rocha, é também
chamada de Quartzo.
-
Como o nome diz, realmente parece gelo
eterno, pois sua aparência mais conhecida, é incolor e transparente,
normalmente encontrado com 6 lados.
História:
-
O maior Quartzo registrado até
hoje, tem 6 metros de comprimento.
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No passado a luz do sol focalizada através
do quartzo, era utilizada para cauterizar feridas.
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Os Xamãs, indígenas americanos,
usavam cristais de quartzo como instrumentos de adivinhação
e de caça, acreditando que as pedras eram habitadas por espíritos
que tinham de ser alimentados periodicamente esfregando-se nos cristais
o sangue de veados.
-
Os índios mexicanos acreditavam
que os quartzos eram habitados pela alma dos mortos.
-
Alguns acreditam que os cristais de quartzo
foram utilizados para fazer levitar imensos blocos de pedra para a construção
do Templo de Salomão.
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As senhoras romanas portavam bolas de
cristal de quartzo não somente para fins medicinais como também
para esfriar as mãos no tempo quente.
-
Afirma-se que cristais geradores eram
utilizados na Atlântida para fornecer energia elétrica, aquecimento,
luz e outras fontes de força.
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Existe uma crença folclórica
que dizia que para matar a sede, era só manter um quartzo na
boca.
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©1998, Chave
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by
Leandro Amaral
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