Santo Elói, Bispo
e Confessor
(+ França, 659)
Corria o
século VII quando o rei Clotário II, desejoso de
possuir um trono de ouro, reuniu grande quantidade desse
metal e começou a procurar algum ourives que lhe
executasse o serviço. Mas todos os ourives que
encontrou, sendo desonestos, lhe diziam que o ouro
acumulado não era suficiente. Afinal apareceu Elói,
mestre afamado de ourivesaria, e declarou que aquele ouro
era suficiente para a confecção do trono. O contrato
celebrado, Elói recebeu o ouro e se pôs a trabalhar.
Sendo honestíssimo, aproveitou bem o ouro recebido e
conseguiu com ele fazer não somente um, mas dois tronos,
e os entregou ao rei. Admirado com a honestidade do
artista, Clotário o nomeou guardião e administrador do
tesouro real. Essas funções foram mantidas por Elói
durante o reinado de Dagoberto II, filho de Clotário.
Depois de muitos anos de bons serviços ao rei e ao
reino, o antigo ourives foi feito bispo de Noyon,
revelando-se um grande e zeloso prelado que estendeu suas
atividades apostólicas muito além dos limites de sua
diocese e até mesmo do reino.
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