As placas de identificação podem ser redondas, ovais, quadradas ou das mais diversas formas que se imaginar.
Com argolas ou com apenas um furo.
Elas, além de valorizar a jóia, identificam o autor, conferindo requinte, sofisticação e atestando a origem.
Na Jóia de Montagem, por se trabalhar com grande parte de suas peças pré-prontas (como fechos, entremeios e alfinetes, por exemplo), mas dificilmente haverá nessas partes da jóia a marca do criador.
Diferentemente da indústria ou do autor de jóia (que ao executar suas peças pode imprimir sua marca já na própria jóia), no caso da Jóia de Montagem, a placa de identificação é importante e indispensável.
O designer cria sua marca (ou logo), investe em pesquisa e criação. De posse da marca definida, desenvolve-se uma ferramenta chamada punção. Trata-se de um bastão de aço, tipo de uma haste de embutidor, onde a “marquinha” como é chamada normalmente está na ponta desse bastão.

Esse trabalho é feito manualmente por um ferramenteiro bastante especializado. A punção sofre um processo de recozimento para endurecer o aço e garantir a permanente qualidade da gravação da marca na placa de identificação. Uma vez escolhida o tipo de placa de identificação, usa-se a punção sobre ela, tendo-se por baixo um apoio rígido como um dado de metal.
Deve-se marcar a placa de uma única vez, para que ela fique completamente nítida. Se esta operação não for feita com muita firmeza, haverá o risco de formar-se uma “sombra”, tornando a marca borrada. Por isso, muitas pessoas preferem terceirizar este tipo de trabalho.
A placa de identificação acaba se incorporando ao desenho da jóia.
Pode ser usada entre os nós que separam as pedras de uma pulseira ou de colar.
As placas de identificação podem estar com argolas ou sem.
Podem funcionar também como uma etiqueta ou, de forma mais sutil, estarem incorporadas ao design da peça.

|