Mais que ter uma corrente para colocar um pingente, quase sempre presa por um fecho, podemos criar movimento e identidade numa jóia, usando seus elos para prender alfinetes com pedras, ou pedras com pingentes com pinos. Este conceito é renovado na Jóia de Montagem, propondo-se usar uma corrente ou uma parte dela para criar uma jóia.
A Pianegonda (Itália) usa e abusa, em suas coleções, de correntes como fator importante e imprescindível. Apresenta peças longas e de visual leve, onde as correntes criam movimento e a distribuição das pedras valoriza essas criações. Peças grandes, longas e cheias de movimento e com um uso mais atual das pedras - quase sempre livres das cravações, mas presas às correntes por argolas com pingentes com pinos colados no topo. |
Também uma peça central pode estar unida a uma corrente por argolas na sua estrutura e a um conjunto de correntes, formando uma franja, definindo o colar. |

Foto: colar Pianegonda |
 |
Ao invés de um fecho convencional, o próprio peso das pedras faz com que, ao trançarmos as pontas da corrente, o colar se mantenha fechado na altura que preferirmos. |
 |
 |
Brincos também se alongam e ganham movimento. Permitem que usemos toda a extensão da corrente para prender pedras - ou mesmo formas como os corações tão característicos da Pianegonda. |
Partes das correntes ainda podem estar em fechos de brincos que permitam remover, trocar e, assim, renovar as jóias, dando maior versatilidade para quem os usa. |

Foto: brincos Pianegonda |
 |
|